Desbravados bueiros que gospem os dejetos das frustrações. Seus canos esquartejam os sólidos movimentos das sensações, líquidos eles fluem.
Desprezíveis roedores alegram-se brincando com os medos guardados no buraco.
No asfalto duro o líquido se espalha ganha vida.
O concreto acostumado a dureza de seus materiais receptiva o líquido. E ele fluído como propriedade de sua matéria aninha-se na terra, divide-se no mundo.
O céu azul e limpo ou cinza e carregado ou branco e claro, é o único não viciado.
Os seres apáticos olham retilineamente suas frustrações. À aqueles que de tanto esperançarem aos céus tem seus músculos enrijecidos dos movimentos repetidos.
Eu aconteço calada diante dos vômitos dos bueiros, olho pra cima, olho pra baixo. Diante das frustrações eu olho,
Eu ando,
Eu caminho.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Chico por mim, mim por Chico
Desculpe a liberdade, no tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido.
Vou voltar sei que ainda vou voltar para o meu lugar foi lá e é ainda lá. Não sabe mais talvez espere alguma coisa mais linda que o mundo,
Maior do que o mar.
Vem muleque me dizer onde é que está.
Nublai minhha visão.
Lá fora uma rosa nasceu, todo mundo sambou, uma estrela caiu.
E ai me dá uma inveja dessa gente que segue em frente sem nem ter com quem contar.
Meus olhos molhados, exijo respeito não sou mais um sonhador.
E agora eu era um louco a perguntar o que que a vida vai fazer de mim.
Vou voltar sei que ainda vou voltar para o meu lugar foi lá e é ainda lá. Não sabe mais talvez espere alguma coisa mais linda que o mundo,
Maior do que o mar.
Vem muleque me dizer onde é que está.
Nublai minhha visão.
Lá fora uma rosa nasceu, todo mundo sambou, uma estrela caiu.
E ai me dá uma inveja dessa gente que segue em frente sem nem ter com quem contar.
Meus olhos molhados, exijo respeito não sou mais um sonhador.
E agora eu era um louco a perguntar o que que a vida vai fazer de mim.
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