Desbravados bueiros que gospem os dejetos das frustrações. Seus canos esquartejam os sólidos movimentos das sensações, líquidos eles fluem.
Desprezíveis roedores alegram-se brincando com os medos guardados no buraco.
No asfalto duro o líquido se espalha ganha vida.
O concreto acostumado a dureza de seus materiais receptiva o líquido. E ele fluído como propriedade de sua matéria aninha-se na terra, divide-se no mundo.
O céu azul e limpo ou cinza e carregado ou branco e claro, é o único não viciado.
Os seres apáticos olham retilineamente suas frustrações. À aqueles que de tanto esperançarem aos céus tem seus músculos enrijecidos dos movimentos repetidos.
Eu aconteço calada diante dos vômitos dos bueiros, olho pra cima, olho pra baixo. Diante das frustrações eu olho,
Eu ando,
Eu caminho.
Ande, caminhe, aconteça!
ResponderExcluirEnquanto isso, eu fico amando seus textos.
Beijoca
Demais!
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