
Era no começo azul, vermelho e branco. Logo depois veio o verde e amarelo.
E antes que eu pudesse respirar ,o branco.
Foi como tirar uma mochila que eu carregava. Dentro tinha tudo aquilo que eu precisava, que estava acostumada.
E esqueci nos trajetos, esqueci em quatro rodas o que carregava.
Cheguei ao destino sem bagagens, nua, de mãos livres.
No começo foi uma total mistura de emoções, euforia, medo, saudade, excitação. E eu só queria utilizar o que tinha na mochila.
Depois acostumar, as mãos não estão mais vazias, já carregam alguma coisa.
Mas a nostalgia dos dias chuvosos só faz querer rever aquela mochila. Dar uma pequena espiada no seu conteúdo, carregá-la por algumas horas. Algumas das coisas contidas nela, agora podres, outras tão intactas que não se vê o tempo que passou.
As mãos cedem ao peso de bolsas que substituiram a mochila, que parece pluma. Invertidos pápeis.
O colorido em cima de quatro rodas, sinônimo de lar.
No coprendo.
ResponderExcluirpor que tu es monga?!
ResponderExcluirvai além da minha subjetividade.
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