Bem aventurados os que verão os pulsos cortados, o rosto vermelho de raiva.
Quando a repressão sentimental acabar.
Os que verão os dedos levantados, as palavras chatas ditas repetidamente.
Aqueles que verão os olhos selvagens.
Os que ouvirão os gritos angustiantes.
Os que secarão as lágrimas quentes.
Os que segurarão o corpo frágil, arredio.
Convidem-me para tal espetáculo, prazeroso de ser assistido.
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