domingo, 2 de maio de 2010

Ainda hoje

Fui com uma perspectiva diferente, uma nova visão facetada depois de duas frases. Gosto dos meios de comunicação que impedem o contato direto com os opositores, poder esconder as contorções do rosto e o olhar.
As vezes um baque desses fica matutando na cabeça. E ai coisas muito simples, muito simples, tornam-se estrondorosas.
Uma conversa de outra época,um adjetivo, um obrigada (tenho uma relação estranha com esse último, assunto de outrora), e depois o baque de novo.
Antes no começo do dia, paz. A paz do cemitério, um dos lugares em que a sinto puramente, e voltar de lá e paz.
Depois um pouco menos de saudade, presenciar a amizade, e simplesmente jogar conversa fora, e chorar de rir.
E pouco antes de acabar o dia, em paz, rindo, o baque. O negócio é que o príncipios das pessoas são diferentes e ai quando ferem os meus fico triste pra caramba. Coisa que eu não faria em situação parecida, que já não fiz tendo oportunidade.
O fato posto nessas palavras ficou piegas e erradamente dramatizado, foi uma simples quebra de contrato.

Um comentário:

  1. Prefiro escrever que falar. Mas gosto do contato direto. Olho no olho, acho importante. Uma alemã uma vez elogiou o modo como eu brindava. 'Que bom que você sabe que é preciso olhar no olho quando se está brindando.' Claro que eu não disse que não sabia, nem falei que na verdade aquilo era apenas uma mania minha...

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